segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

escapando por outras fontes,

http://lapsofantastico.blogspot.com/

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

?

Baby, eu só sei de uma coisa - meu lugar nunca foi aqui.
Tem hora que a gente quer escrachar, juntar as coisinhas e testar se algo faz sentido.
Às vezes usamos tantas máscaras que esquecemos nossa própria essência, fica sem prática ... atrofia, sabe?

Hoje tô assim - sensação de ter esquecido algo em cima da cama
(será?)

...

domingo, 8 de fevereiro de 2009

mais tempo?

o Re.começar exige reticências por seu incerto futuro e marcada(s) ideologia(s). Não sei quantas vezes recomecei essa busca, mas conheço esse caminho com o mesmo olho cego que carrego desde o começo. A avidez pelo novo é o que me faz levantar novamente.
Eu canso, eu faquejo, eu caio, mas eu danço bonito.
Vou me atirar de vez e, por favor, não me faça medir alturas!

Quero o ar,
quero o mar,
quero a.mar
...

é pouco?

Minha consciência morde cada vez que penso duas vezes antes de agir.

- Querido, quanto tempo temos?

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Então . . .

No melhor estilo Los Hermanos (CD 4, Primeiro Andar).

Nublou lá fora.
Nublou aqui, onde
..c
...h
....o
.....v
......e ...

há mais de mmmmmeeeessssseeeeeessssss e ninguém ()


Mas...
''não faz dissso esse drama, essa dor...
é que a sorte é preciso tirar pra ter!''

por hoje é só (.)

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Incompleta, talvez

"Querido Jeremy,

Nos últimos dias tentei aprender a não confiar nas pessoas, mas estou feliz por ter fracassado.
Às vezes, dependemos das pessoas, como se fossem um espelho, para definirem e nos dizerem quem somos nós, e cada reflexo me faz gostar um pouco mais de mim"

(My Blueberry Nights)

Sempre me encontrei em meio aos espelhos, não sei com quais palavras descrever tal sensação.
Os reflexos ficam em segundo plano quando analiso o que hoje sou ou no que devo me transformar...
Sou fruto de todas as situações e pessoas que até agora cruzaram meu caminho...

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

.DesastreSafora.

Desesperada, correra tanto e nada encontrara. Nunca havia encontrado o que queria. Pôs as mãos no lugar onde parecia bater um coração, e ao encostar, quase o tirou de lá. A vontade era essa... O que fazer com algo que só traz infelicidade? Ela, que fora tão trágica durante toda sua vida, não tinha mais cabeça para ter um coração. Era assim, o drama que transformara sua vida em um filme solitário.


 

Afinal, o mundo tem lugar para os que amam sozinhos?


 

Era uma pergunta que ela se fazia constantemente ... Não, nunca obtivera resposta. Pois tudo sempre fora tão incompleto, que jamais conseguiu dispor de tempo para observar. Sua vida, cheia de desastres amorosos, impossibilitava de ter prazeres mais profundos. Ou, até mesmo, aquele momento em que pensamos ''as borboletas chegaram''.


 

As borboletas ... ela nunca as conhecera.


 

Que falta de cores. Até o vinho já está cansado de abrigar suas dores, amargo de tanta angústia.


 

Encontros e desastres

... e ela nunca foi além disso.

sábado, 4 de outubro de 2008

soL *

    

O sol, como quem transborda, queima em um calor ansioso. Tudo no corpo se agita. Vibra buscando a sombra, onde o alívio poderá fazer do abrigo a paz procurada. E a gota, que do corpo escorre, oscila durante a queda e deixa rastro por onde passa. Na procura por algum local onde possa se esconder da terrível sensação de estar em brasa, todos os tormentos humanos se firmam na mente confusa, agora, longe do corpo vermelho. A vista alcança um momento de paz – devaneio. Mas era real. A busca havia terminado. Loucas, as sensações tomavam aquele inquieto corpo, e em nenhum momento o deixavam escapar. Ao alcançar o desejo, então concretizado, se entregou ao vento, ao mundo. Esperou tanto pelo cais, e, finalmente, aportou. Estático, o corpo, que antes era fervor, ferocidade, agilidade, vida, agora, compartilha do alívio. Reticências e calmaria. Um mar inundando o deserto. De repente, tanto mar. E o corpo novamente em líquido, transbordando fulgor. De novo, agonias. O esquecimento de si mesma era agora o único desejo. Só assim, a mente não se ligaria ao corpo, tão traiçoeiro.